A subsidiária brasileira da companhia petrolífera Chevron, dos Estados Unidos, informou em nota nesta quinta-feira (15/03), que encontrou mais uma fonte de vazamento no Campo de Frade, na Bacia de Campos. A mancha de óleo foi descoberta durante o trabalho de monitoramento que técnicos da empresa fazem regularmente no campo petrolífero.
A Chevron assegura que comunicou o fato aos órgãos responsáveis. De acordo com a petrolífera, foram instalados imediatamente dispositivos de contenção para coletar as gotas de óleo que estão vazando do poço.
De acordo com a nota, essas gotas são pouco frequentes e as causas do vazamento já estão sendo apuradas por técnicos da companhia. Os primeiros cálculos apontam para um vazamento de cinco litros.
Em novembro do ano passado outro vazamento causado pela petroleira norte-americana foi identificado na Bacia de Campos.
Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) analisam se o vazamento tem alguma ligação com o derramamento de óleo do ano passado.
No último dia 13, a ANP informou que a empresa continua proibida de explorar petróleo no Brasil por não ter atendido aos requisitos referentes à segurança e às medidas determinadas após o acidente, há quatro meses.
De acordo com a ANP, o vazamento de cerca de 2,4 mil barris de petróleo no Campo de Frade, em novembro, motivou a abertura de processos judiciais contra a Chevron, que sofreu autuações. Os pedidos de indenização alcançam R$ 20 bilhões.
Segundo informações do Jornal O Dia, a empresa americana decidiu suspender temporariamente a produção de petróleo no Campo de Frade. A mancha de óleo foi avistada no dia 4, durante monitoramento regular feito por técnicos da companhia na mesma área onde ocorreu um vazamento em novembro do ano passado.
A Chevron assegura que comunicou o fato aos órgãos responsáveis. De acordo com a petrolífera, foram instalados imediatamente dispositivos de contenção para coletar as gotas de óleo que estão vazando do poço.
De acordo com a nota, essas gotas são pouco frequentes e as causas do vazamento já estão sendo apuradas por técnicos da companhia. Os primeiros cálculos apontam para um vazamento de cinco litros.
Em novembro do ano passado outro vazamento causado pela petroleira norte-americana foi identificado na Bacia de Campos.
Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) analisam se o vazamento tem alguma ligação com o derramamento de óleo do ano passado.
No último dia 13, a ANP informou que a empresa continua proibida de explorar petróleo no Brasil por não ter atendido aos requisitos referentes à segurança e às medidas determinadas após o acidente, há quatro meses.
De acordo com a ANP, o vazamento de cerca de 2,4 mil barris de petróleo no Campo de Frade, em novembro, motivou a abertura de processos judiciais contra a Chevron, que sofreu autuações. Os pedidos de indenização alcançam R$ 20 bilhões.
Segundo informações do Jornal O Dia, a empresa americana decidiu suspender temporariamente a produção de petróleo no Campo de Frade. A mancha de óleo foi avistada no dia 4, durante monitoramento regular feito por técnicos da companhia na mesma área onde ocorreu um vazamento em novembro do ano passado.
Em entrevista coletiva, no Rio de Janeiro, o diretor de Assuntos Corporativos da Chevron, Rafael Jaen, disse que o incidente não tem relação com o vazamento descoberto em novembro, a três quilômetros da mancha atual. A produção total diária da Chevron no Campo de Frade chega a 61,5 mil barris de petróleo.
Ururau / ABr / O Dia
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